terça-feira, 30 de agosto de 2011

ALIMENTAÇÃO DO SÉCULO 21



Como deve ser a educação alimentar  rigorosa ou liberal? Antigamente, em especial nos séculos XVIII e XIX, crianças gordinhas eram consideradas sinônimo de saúde. Com o tempo, este conceito ganhou outra dimensão. A obesidade infantil tornou-se não só um problema de estética, mas também uma preocupação latente com uma série de doenças que podem ser adquiridas ainda na infância.
Como as crianças estão em fase de crescimento, a detecção da obesidade infantil não é obtida pela fórmula peso/altura e sim por um gráfico que demonstra a evolução corpórea ao longo dos anos. Quando se obtém o resultado acima de 85 percentil, caracteriza sobrepeso; acima de 97,5, obesidade. Abaixo de 85 percentil, indica que a criança não tem sobrepeso. Em caso de dúvida, consulte um endocrinologista.
A obesidade precoce pode estar mais perto que se imagina. É dentro da própria casa que as crianças adquirem seus hábitos alimentares, baseando-se nas refeições dos adultos. Filhos de pais obesos tendem ao excesso de peso ainda quando pequenos. Se o pai ou a mãe resolvem comprar uma pizza para jantar, é quase impossível pedir a um pré-adolescente, por exemplo, para comer salada e tomar um suco?, alerta a endocrinologista Aline Maria Garcia.
Por isso destaca-se a importância da família participar de uma educação alimentar balanceada. De acordo com a Dra. Aline, 99% dos casos têm êxito quando as crianças se sentem apoiadas e acompanhadas pelos pais. Esta é uma garantia segura da provisão de autoestima e qualidade de vida para os filhos.

Caderno Especial do Jornal O Povo (Saúde em Dia)  - #01

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